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Um Formulário de Pedidos Que Abre o WhatsApp

Alguém toca no seu link do WhatsApp e nunca escreve. Até agora essa pessoa não deixava rastro nenhum. O bloco de pedidos pede nome e telefone antes, então quem some continua sendo alguém para quem você pode ligar.

3 minutos de leitura

Um Formulário de Pedidos Que Abre o WhatsApp

Se você toca o seu negócio pelo WhatsApp, a sua página do Linkhiver termina quase sempre do mesmo jeito: a pessoa toca no botão do WhatsApp e você ou recebe a mensagem, ou não recebe.

Quem escreve é fácil. O problema é quem não escreve — porque hoje essa pessoa não deixa nada para trás. Sem nome, sem telefone, sem ideia do que ela queria. Ela tocou, alguma coisa atrapalhou, e esse é o registro inteiro.

O novo bloco de pedidos muda o que acontece nesses poucos segundos.

O que a pessoa vê

Você adiciona em Minha Bio → Solicitações do WhatsApp, a seção onde ficam juntos o formulário e os pedidos que ele traz. Na sua página pública ele abre ali mesmo — sem aba nova, sem redirecionamento — e pede três coisas:

  • o nome
  • o telefone
  • o que ela precisa

Ela envia. Depois, num botão separado, pode seguir para o WhatsApp com a mensagem já escrita na conversa.

Dois passos em vez de um, de propósito. O toque que leva ao WhatsApp é justamente onde as pessoas se perdem — o app demora um instante, chega uma ligação, o ônibus encosta. Perguntar antes significa que, quando a distração chega, você já tem a pessoa.

O que você vê

Os pedidos chegam nessa mesma seção, logo abaixo das configurações do formulário. Cada linha é uma pessoa: o nome, o que ela pediu, quando, e o que você já fez a respeito.

A linha que importa é a marcada como "Nunca abriu o WhatsApp". É alguém que digitou o nome e o telefone, disse o que queria, e nunca chegou na conversa. Antes desse bloco, essa pessoa simplesmente não existia para a sua página.

Agora há um botão nessa linha que abre o WhatsApp para o número dela, com uma saudação pronta. Quem dá o primeiro passo é você.

Uma coisa que fazemos questão de dizer: a lista mostra se o WhatsApp foi aberto, não se a mensagem foi enviada. Depois que a pessoa sai para o WhatsApp, nós realmente não conseguimos ver o que acontece lá, e preferimos dizer a coisa menor que é verdade do que a maior que soa melhor.

Quanto custa

O bloco é gratuito, em todos os planos. Os pedidos também — cada nome, telefone e mensagem, na íntegra, sempre. Segurar a mensagem de um cliente para revendê-la ao negócio que a recebeu não é algo que a gente esteja disposto a fazer.

O Pro acrescenta o que fica em volta: histórico de pedidos com mais de sete dias, de onde veio cada pedido, exportação em CSV e respostas prontas para escolher na hora de responder.

Quando isso foi lançado, dissemos que havia uma parte que custava alguma coisa: o bloco era uma linha na sua página de Links e contava como um dos seus links. Não conta mais. O formulário de pedidos não pesa no seu limite de links — ele fica na própria seção, um por página, e não tira nada dos dez do plano gratuito nem dos cinquenta do Pro.

Para quem é isso

Não é para todo mundo. Se a sua página é uma lista de músicas, esse recurso não é seu.

Mas se o botão que as pessoas realmente apertam é o WhatsApp — o salão marcando horário, a loja passando preço, o técnico que trabalha pelo celular — então o bloco de pedidos é um jeito de parar de perder quem pretendia escrever e não escreveu.

Adicione em Minha Bio → Solicitações do WhatsApp, coloque o número de WhatsApp que você já usa, e a próxima pessoa que quiser algo de você vai deixar o nome no caminho.

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